As barbearias, cabeleireiros, esteticistas e similares voltaram à atividade no dia 4 de maio, mas com algumas alterações
O serviço está sujeito a marcação, tanto os profissionais como os clientes têm obrigatoriamente de usar máscaras e, de preferência, devem ser utilizados materiais descartáveis por parte destes estabelecimentos.
“Estamos a trabalhar por agendamento e usar máscara, luvas e viseira, que é a única novidade. Ao nível dos materiais, como toalhas e outros, são todos descartáveis. Os clientes têm de usar máscara e, na sala de espera, só pode estar, no máximo, uma pessoa. Não mudámos muito a nossa rotina e sistema de trabalho, apenas reforçámos os cuidados de prevenção e a desinfeção dos espaços e superfícies comuns”, esclareceu Liliana Pires, proprietária do Instituto de Estética Liliana, que esteve encerrado desde o dia 17 de março, com a funcionária em lay-off.
Também fechado por volta dessa data (14) e uma trabalhadora enquadrada na medida de apoio do estado, o salão de cabeleireiro “Belita” voltou a abrir portas passado mais mês e meio. “Um prejuízo enorme, pois estivemos parados mas a renda teve de ser paga”, afirmou Anabela Rodrigues.
As medidas tomadas para a reabertura também seguem a mesma linha: “serviço por marcação antecipada; dentro do espaço, para além de duas trabalhadoras, só são permitidas mais duas pessoas; os colaboradores estão equipados com máscara e viseira; os materiais como toalhas e batas são descartáveis; o balcão de receção tem uma proteção em acrílico; e à entrada há gel para desinfetar as mãos”.
“É mais um investimento e estamos bastante receosos, mas os clientes estão a ser compreensivos”, desabafou a empresária e cabeleireira.











